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Sex18052012

Última Atualização:03:39:42

Música

No mercado Musical

Cidade de Itabirito lança banda Pop Rock

A banda de Pop Rock “Senhorita Dolores” acaba de lançar sua primeira música de trabalho chamada ‘Encontros’. A música que está disponível no perfil oficial da banda no Facebook e no SoundCloud (site de compatilhamento de músicas), desde março já está tocando diariamente na Rádio Cidade, e em rádios de outras cidades do interior de Minas Gerais.

O grupo surgiu em 2010, juntando integrantes conhecidos da cena alternativa de Itabirito para trabalharem num novo propósito de som mais Pop. As apresentações realizadas nas principais casas de show de Itabirito, e também em festas populares da região, transpareceram a boa resposta do público. Com o lançamento dessa primeira música de trabalho, a Senhorita Dolores espera que essa identificação seja ainda maior.

Ainda no primeiro semestre de 2012 haverá o lançamento do primeiro EP da banda que está sendo produzido pelo dj Ftampa, nome influente na cena musical de Belo Horizonte. O encarte ficará por conta do artista local, Diego Gurgel. O trabalho é fruto da Lei de Incentivo à Cultura da Prefeitura Municipal de Itabirito, e terá 4 músicas que estarão disponíveis para download gratuito no site oficial da banda (www.senhoritadolores.com.br).

Foto: Divulgação / Banda “Senhorita Dolores”

Minas ao Luar

Uma serenata inesquecível

A apresentação do tradicional grupo Flor de Abacate, marcou a apresentação do Minas ao Luar em Conselheiro Lafaiete no último sábado (07/04). O evento que acontece a mais de oito anos na cidade encerrou uma série de atividades em torno do Dia Municipal das Violas de Queluz, comemorado no dia 29 de março.
 
Foto: Divulgação Internauta Marcus Vinícius / Realizado ao lado da igreja Matriz, o  show teve apoio do Sesc , Sindcomércio e Rede Globo Minas

Cantora Titane

 DVD é baseado nas manifestações culturais populares do Campo das Vertentes
 
Após seis anos, desde sua estréia, o espetáculo Titane e o Campo das Vertentes será gravado em DVD em Belo Horizonte, dia 10 de abril, às 21 horas, no Grande Teatro do Palácio das Artes. Durante seu percurso, o show contou com a participação de um grupo, formado por alunos de oficinas ministradas pela cantora das cidades de Oliveira, Divinópolis, Itapecerica e Belo Horizonte.
 
O espetáculo é inspirado  nas tradições afromineiras, em folguedos populares e no Congado.  Titane nasceu em Oliveira, localizada no Campo das Vertentes, sudeste mineiro. A região é um importante pólo cultural e investe no turismo religioso e no ecoturismo.

Morou em Belo Horizonte e, na volta à terra natal, descobriu sua origem congadeira. Atualmente reside em Lagoa Santa. Com sete discos gravados, Titane recolhe informações nas viagens dentro e fora do país. Seu repertório põe lado a lado, clássicos da MPB com canções de domínio público. Atualmente, divulga o CD “Titane e o Campo das Vertentes.” O disco foi gravado ao vivo, em 2006, e tem citações de cantos do congado mineiro.

Foto: João Castilho / Como Conselheiro Lafaiete sempre foi considerado o berço do Congado, vale a pena conferir

Carnaval 2012

 

Itabirito comemora sucesso

“O Carnaval de Itabirito é inesquecível, muito vibrante, emocionante. Adorei a organização, a cidade estava bastante preparada para receber o público”, a frase de Breno Felipe Maia da Silva, de 23 anos, de Contagem, mostra a satisfação do público com a estrutura montada especialmente para receber os foliões que se divertiram na cidade durante os seis dias de Carnaval.

Recorde de shows, desfiles de blocos caricatos, trios elétricos e muita animação reuniram mais de 40 mil foliões, por dia, no Circuito Oficial do Carnaval em Itabirito, segundo estimativas da Policia Militar. “Queremos trazer alegria para esse povo ordeiro e hospitaleiro de Itabirito. Apesar das dificuldades, preparamos tudo com muito carinho”, enfatizou o Prefeito de Itabirito, durante a abertura oficial da festa.

 “Todo ano eu venho passar o carnaval em Itabirito com minha família. Aqui a animação é contagiante. A limpeza está de parabéns. De manhã a gente vem à padaria e já está tudo limpo para começar a alegria”, contou Maria Geralda da Silva, de Belo Horizonte. Para João Guilherme Batista, do Rio de Janeiro, o município traz diversas atrações que fazem da festa um sucesso. “Há anos eu venho para Itabirito com meus amigos. A gente não troca esse carnaval aqui por nada. É tudo de bom. Tem muita mulher bonita e música boa”, destacou.

Quem curtiu a animação em Itabirito teve alegria e segurança garantidas com uma estrutura que contou com 6 palcos, 126 banheiros, 40 barracas, 150 seguranças por dia, 132 policiais militares, 30 bombeiros e 24 guardas municipais. Com o tema “Brasil: samba, carnaval e futebol”, a decoração homenageou personalidades do futebol e do samba. “Achei a decoração muito bonita. Se pudesse, eu levava para a minha casa aquelas caricaturas e os palhaços”, enfatizou Pedro Baeta, de 20 anos, de Barbacena.

A banda Circuito da Barra foi a primeira das 53 atrações musicais a se apresentar no evento. “Itabirito é a terra da diversão. Conheço muito bem esse lugar e estou bastante satisfeito de ter aberto o Carnaval. A cidade e as pessoas são sensacionais”, afirmou Renato Guimarães, vocalista da banda. Para o vocalista da Banda Axé Mais, Renilton Teodoro Silva, que animou os foliões em dois dias da festa, a administração municipal preparou a folia com muito carinho para que as bandas locais fossem valorizadas. “É um reconhecimento para as bandas de Itabirito. Temos aqui uma estrutura sensacional e um público com muita gente de fora. É um grande prazer participar desta grande festa!”, disse Renilton.

Para democratizar o Carnaval, a Prefeitura continuou com atrações que foram sucesso nos anos anteriores, como a Tenda Alternativa, que atraiu amantes do Rock e da música eletrônica, e o Salão de Baile, que trouxe animadas matinês e relembrou marchinhas. Blocos tradicionais como a Bandalheira, Zé Pereira, além dos grupos Esquina do Golo, Gaiola das Loucas e As Barangas, trouxeram descontração ao evento. “O carnaval é a gente que faz! Há 15 anos participo da Bandalheira, que tem que ser incentivada, porque é esse é o nosso verdadeiro Carnaval”, finalizou Eustáquio Araújo Barbosa, de 54 anos, de Itabirito.

Foto: PMI

Morre Wando

Cantor que começou sua vida musical em Congonhas
Da Redação
Por Carlos Pacelli
Das grandes coincidências da vida: Nasci em Volta Redonda, vendi leite nos bairros do Retiro, Niterói e Aterrado, meu primeiro emprego oficial, também foi vendendo jornal, em uma banca do bairro da Vila – região central de Volta Redonda /RJ. Adorava a música, sempre acreditei no amor das mulheres pelos românticos e acabei por me mudar para Congonhas onde tive o prazer de conhecer o cantor que de certa forma, trilhou pelo mesmo caminho da minha adolescência.

 - (Leia matéria abaixo)

Toquei com grandes amigos dos “Escaravelhos” conjunto que Wando foi protagonista. Naquela época, a cidade dos profetas, respirava musicalidade.  Participei dos eternos festivais da cidade e adorava uma disputa saudável com meu amigo Nilo Sérgio, grande parceiro do cantor Wando, nas noites de boêmia.
Hoje Nilo Sérgio é professor de música e tem uma vida estabilizada em Congonhas. O jornalista Carlos Pacelli, que todos conhecem, foi apaixonado pela música e agora utiliza da sinfonia do jornalismo, onde também se tem poesia.

Muito violão no adro das igrejas, serestas nas noites frias e por fim, toda boêmia da cidade histórica dos profetas, aquilo tinha como resultado, 'muita mulherada'. Deve ser esta a verdadeira motivação que Wando, teve pelas calcinhas.

Por um respeito ao passado, resolvi não entrevistar amigos ou contar episódios daquela época. Alguns fatos mostrariam notas de arquivos pessoais. Uma revelação pouco comentada por Wando na mídia nacional é que a inspiração para música ‘Moça’ nasceu em Congonhas e o motivo certamente era um amor passado. Ao finalizar, antes que se revele mais detalhes, resolvi utilizar do Ctrl C / Ctrl V, para retratar toda matéria bem publicada pelo portal G1 a respeito de um grande artista que morou em nossa região e agora virou uma estrela brilhante chamada – Wando.

Fonte – Portal G1
Segundo médico particular, ele teve uma parada cardiorrespiratória.
Cantor estava internado desde 27 de janeiro.
O cantor Wando morreu aos 66 anos na manhã desta quarta-feira (8) no Biocor Instituto, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde estava internado desde o dia 27 de janeiro. Segundo o cardiologista particular, João Carlos de Souza Dionísio, ele teve uma parada cardiorrespiratória às 8h.
Em nota, médicos e familiares informaram que, a partir das 5h40, houve um súbito agravamento do quadro de saúde. O óbito aconteceu na presença da mulher de Wando, Renata Costa Lana e Souza. O cardiologista particular do cantor disse que foram feitas manobras de ressuscitação, mas o paciente não resistiu. Segundo boletim médico divulgado na terça-feira (7), ele apresentava quadro estável e melhora progressiva, mas a recuperação ainda era considerada de alto risco.
No domingo (5), o cantor enviou um bilhete para os fãs.  "Eu estou na oficina de Deus arrumando a turbina. Me aguardem!”. Ele lutava contra o entupimento das três artérias coronárias. O cantor chegou a ser submetido a duas cirurgias e havia tido um infarto agudo dentro do hospital.

Wando foi hospitalizado com quadro de angina de peito, e exames apontaram que as artérias do coração estavam entupidas por placas de gordura. Ele estava com 110 quilos no momento da internação, 30 a mais do que o recomendado, segundo o cardiologista particular.
Cantor romântico
Como letrista, Wando ficou célebre por composições de teor romântico e erótico. Sua marca registrada era a calcinha. Em depoimento disponível em seu site oficial, o próprio cantor conta como tudo teria começado, explicando que a peça foi uma espécie de fonte de inspiração para seu álbum “Tenda dos prazeres” (1990). “Uma calcinha de cabeça pra baixo, ela vira uma tenda, não é? Aí, coloquei uma calcinha na capa do disco, e essa coisa fez tanto sucesso, que até hoje eu não consigo tirar do show. Eu distribuo calcinhas e recebo, tenho uma coleção muito grande, de todas as formas, jeito, cores e tamanhos.”

No mesmo depoimento, Wando aborda outras estratégias que adotou ao longo da carreira: “Teve uma época [em] que eu mordia a maçã no palco, e continuo mordendo ainda, porque conta a história de como é que começou o pecado, não é?”. As alusões ao sexo prosseguiram, com distribuição de convites de motel – sempre durante apresentações ao vivo. “Teve uma época no Canecão [casa de shows do Rio de Janeiro, atualmente inativa] que a gente botou uma banheira no palco, eu botava uma mulher nua no palco. Eu sempre gostei desses negócios.”

Vanderley Alves dos Reis nasceu em 2 de outubro de 1945 – “num arraial chamado Bom Jardim [em Minas Gerais]”. Lá, ficava a fazenda que teria pertencido aos seus avós. Seu registro, no entanto, foi feito na cidade de Cajuri, no mesmo estado. Ele conta que, ainda criança, mudou-se para Juiz de Fora (MG), onde concluiu o antigo primário. Mais tarde, ele foi para Volta Redonda (RJ), “onde eu entreguei leite nas casas, vendi jornal, virei feirante, dirigi caminhão na estrada”. Na mesma época, passou a se interessar por música, tendo inicialmente se dedicado ao estudo do “violão clássico”.


“E aí eu descobri que não era legal o violão clássico para o que eu queria: eu queria tocar pras moças, né?”, afirma. “O violão clássico é bacana, mas elas [as mulheres], acho que ficavam um pouquinho entediadas. Descobri que eu tinha que fazer umas canções de amor. Comecei a sentir que era legal, que a música socialmente com a parte feminina dava muito certo, me apaixonei por aquele negócio.”


Após deixar a profissão de feirante, Wando mudou-se para Congonhas.
Lá, começou a “viver de música”, como integrante de um conjunto chamado “Escaravelhos” – “escaravelho pra quem não sabe, é um besouro, a mesma coisa que Beatles”. Cinco anos mais tarde, decidiu tentar a sorte no “eixo Rio de Janeiro – São Paulo”. Frustrada a passagem pelo Rio, chegou a São Paulo, onde teve gravado seu primeiro sucesso, na voz de Jair Rodrigues. A composição, “O importante é ser fevereiro”, teria sido “uma música muito tocada no carnaval de 1974”, lembrou-se Wando.

A canção integra o disco de estreia de Wando, “Gloria a Deus e samba na Terra” (1973). De acordo com ele, aquele trabalho seguia a linha “do formato do Caetano Veloso, do Chico Buarque de Holanda, Gilberto Gil”. A guinada em direção ao repertório romântico foi simbolizada pela música “Moça”, do disco seguinte, “Wando” (1975). A justificativa: “Cantando na noite em São Paulo, eu descobri que a parte feminina adorava quando eu tocava música romântica.”

Ao longo da década seguinte, Wando consolidaria a reputação, como ele mesmo lista, de “obsceno, o cara da maçã, o cara da calcinha”. É desse período, quando o cantor já vivia no Rio de Janeiro, sua música mais conhecida, “Fogo e paixão”, do disco “O mundo romântico de Wando” (1988), o 14º da carreira, segundo a contagem do site oficial. Ele foi precedido por trabalhos como “Gosto de maçã” (1978), “Gazela” (1979), “Fantasia noturna” (1982), “Vulgar e comum é não morrer de amor” (1985) e “Ui – Wando paixão” (1986). Na sequência, viriam, dentre outros, “Obsceno” (1988), “Depois da cama” (1992) e “O ponto G da história” (1996).

Entre álbuns de estúdio e registros ao vivo, o site de Wando contabiliza 28 trabalhos, ao todo. O cantor acreditava ter vendido dez milhões de discos – “até na época que a gente contava”. “Depois [houve] a história da pirataria, que acabou me fazendo muito mais popular. Eu acho que a pirataria é ruim para um lado, para o lado compositor, mas para o lado intérprete, o cara que faz show, eu acho que ela favoreceu muito.”

Se for ver, você tem que chamar o Chico Buarque de brega, a Maria Bethânia, o Caetano Veloso, o Gilberto Gil. Eles gravaram as músicas que a gente grava."
Wando, em entrevista em 2007
Em entrevista à Agência Estado, em 2007, Wando comentou sua imagem de “sedutor”: “Na verdade, eu sou como um ator. Até porque eu estaria morto hoje se fosse mesmo assim. Isso é um personagem, naturalmente. É normal que as pessoas pensem que eu sou desse jeito, mas não deixo que as pessoas alimentem muito essa imagem”. Sobre a fama de brega, ele respondeu que incomodou e seguia incomodando.

“Quando as pessoas falam de brega, sempre se referem a uma coisa ruim. Então eu brigo por isso. Agora, eles até quiseram colocar o brega como uma coisa bacana, mas eu acho que é uma forma de pedir desculpa, e isso é mau. Se for ver, você tem que chamar o Chico Buarque de brega, a Maria Bethânia, o Caetano Veloso, o Gilberto Gil. Eles gravaram as músicas que a gente grava. Eles gravam melhor? Não. Isso foi uma coisa cruel que eles fizeram.”
Na entrevista, Wando também comentava a música “Emoções”, gravada em 1978, que ele dizia versar sobre a relação entre dois homens: “Fiz isso porque acho que o relacionamento masculino é uma coisa válida. Não por ter aderido, mas porque eu tenho amigos que vivem esse tipo de coisa”.

Recentemente, o nome de Wando vinha sendo lembrado graças ao documentário “Vou rifar meu coração”, de Ana Rieper, que vem frequentando o circuito dos principais festivais de cinema do país desde alguns meses atrás. Há pouco tempo, teve boa recepção na Mostra de Cinema de Tiradentes, encerrada no último dia 28. O filme trata justamente da música tida como “brega” e traz depoimentos de cantores como Amado Batista, Nelson Ned, Agnaldo Timóteo, Peninha, além de Wando e de ouvintes que contam suas histórias com obras do “gênero”.

Fotos: Divulgação Online G1/ O velório do cantor começará a partir das 17h, no Cemitério Bosque da Esperança. Enterro do artista será no mesmo local, as 11h de quinta-feira(9)

Tem Lafaietese no samba

 

Miriam Barreto agora é “Musa da Portela”
A Lafaietense Miriam Barreto já estava feliz da vida de ficar entre as finalistas do concurso Musa do Brasileirão, exibido no programa "Caldeirão do Huck", da Globo. A moça, que representou o time do Atlético Mineiro em 2011, só não imaginava que também ia mostrar todo seu charme no carnaval do Rio de Janeiro.

A bonitona foi nomeada no dia 7 de janeiro, “Musa da Portela” e promete arrasar no carnaval carioca. Em entrevista aos sites nacionais, Miriam afirmou: “Estou muito nervosa, afinal é minha primeira vez em uma grande escola do carnaval carioca”, afirmou. A mineira deve desfilar ao lado do produtor Kiko Alves, responsável por revelar nomes como Viviane Araújo.

Foto: Divulgação Online

Orquestra Sinfônica de Minas Gerais

Neste sábado, na vizinha cidade de São João del-Rei

A Orquestra Sinfônica de Minas Gerais se apresenta neste sábado (12), às 20h, sob regência do maestro Gabriel Rhein Schirato, em São João del-Rei, no Campo das Vertentes. O evento é aberto ao público e será realizado na avenida Tancredo Neves, junto ao coreto. Trata-se do projeto Vertentes da Liberdade, que tem como objetivo comemorar, anualmente, o Dia da Liberdade, instituído no dia 12 de novembro pela Lei 19.439/2011, de 11 de janeiro de 2011.

Neste ano, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais apresenta um concerto de natureza híbrida, unindo o conteúdo artístico com o caráter cívico da data, concebido especialmente para integrar a semana de comemorações do Dia da Liberdade. Serão apresentadas peças do cancioneiro brasileiro, com letras evocando a liberdade e os direitos humanos, reunidas a fragmentos de texto de vários autores – Adélia Prado, Frei Beto, Fernando Brant, Ghandi, dentre outros –, compondo o mosaico sobre o tema liberdade.

Os intérpretes convidados são destacados nomes da cena mineira e nacional, como Marcus Vianna, que compôs um hino em louvor a Tiradentes, Titane, Anthonio, Sérgio Pererê, Laiza Moraes e os sãojoanenses Mario Krauss e Marilane Santos. Os arranjos da noite têm assinaturas de Nelson Ayres, Gil jardim e Túlio Mourão, que responde também pela direção musical.


Serviço
Evento: Vertentes da Liberdade com Orquestra Sinfônica de Minas Gerais
Data: 12 de novembro, às 20h
Local: Avenida Tancredo Neves, junto ao coreto, em São João Del Rei
Informações: (31) 3236-7400

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XII Encanta Lafaiete

Um festival internacional
Acontece em Conselheiro Lafaiete entre os dias 11 a 13 de novembro, o Festival Internacional de Corais, acompanhe a programação: 
*Na sexta, dia 11, às 20h
Centro Cultural da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, à Rua Barão de Suassui, número 196 – Bairro Santa Efigênia (em frente ao Colégio Estadual)
*No sábado, dia 12, às 20h
Também no Centro Cultural da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, à Rua Barão de Suassui, número 196 – Bairro Santa Efigênia (em frente ao Colégio Estadual)
*E no domingo, dia 13, às 10h
Avenida Telésforo Cândido de Resende – Feira de Artesanato
Durante o festival a cidade recebe a presença de coros de outras cidades como:
Belo Horizonte, Itabirito, Maringá (Paraná) e Cardona (Uruguai). A entrada é de 1kg de alimento não perecível, 1 litro de leite longa vida e outros alimentos como biscoitos ou enlatados, roupas etc.

Oficina de música

Projeto “ACORDE – Agenda Cultural” abre inscrições para oficinas de música em Ouro Branco

- Parceria da Casa de Música de Ouro Branco com o IFMG oferece vagas para oficinas de instrumentos, prática de orquestra, musicalização infantil, ensaios, seminário e master-classes. Inscrições podem ser feitas de 1º a 10 de novembro

A cidade de Ouro Branco se firma a cada dia como polo difusor da música erudita no interior de Minas. O trabalho realizado pela Casa de Música ganha ecos em 2011 com o Projeto ACORDE – Agenda Cultural, realizado de 11 a 15 de novembro. A iniciativa é uma parceria com o Instituto Federal de Minas Gerais, IFMG, e envolve ensino, formação de público, intercâmbio cultural e contribui, dessa forma, com o desenvolvimento da região. Além do IFMG, o projeto tem patrocínio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e da Gerdau Açominas. A partir do dia 1º de novembro, crianças e adolescentes da comunidade em geral, alunos da Casa de Música, dos projetos Dando Cordas e Sopros e participantes do Ponto de Cultura podem se inscrever gratuitamente em oficinas de instrumentos, prática de orquestra e musicalização infantil com renomados professores. Além disso, o programa inclui ensaios, seminário e master classes. O projeto disponibiliza também 17 vagas para  estudantes de música de outras cidades.

Em breve será divulgada a programação de concertos do ACORDE, que este ano conta com a participação do Coro Madrigale e uma grande apresentação dos alunos no encerramento, 15 de novembro.

Oficinas e professores

Data: de 12 a 15 de novembro

Local: Casa de Música e Instituto Federal de Minas Gerais

Horário: das 9h às 12h e das 14h às 18h

- Violino

Professor: Marcello Guerchfeld (Porto Alegre)

Vagas: 5

- Viola

Professor:

Vagas 2

- Violoncelo

Professor: Matias de Oliveira Pinto ( Alemanha)

Vagas: 6

- Piano

Professora: Viviane Taliberti(Uberlândia)

Vagas: 5

- Violão

Professor: Celso Faria (Belo Horizonte)

Vagas:5

Master Classes

Prática de Orquestra

Seminário

Professores da Casa de Música

Violino e viola: Márcio Martins e Simone Martins e Silva.

Violoncelo: Paula Mendes

Contrabaixo: Thiago Henrique dos Santos

Piano: Gustavo do Carmo.

Flauta-transversal: Sandra Alves

Clarineta: Jéssica Souza

Violão: Gustavo Farias, Leonardo Amorin

Núcleo de Musicalização: Marina de Paula, Roberta Amâncio e Conceição Honorato

Orquestra: Charles Roussin

Coordenação Geral: Kênia Libanio

Inscrições

Vale ressaltar que o programa ACORDE não disponibilizará hospedagem e alimentação e só podem  se inscrever os alunos que se comprometerem em participar de todas as atividades, incluindo o concerto final no dia 15 de novembro.

Os interessados podem se inscrever na Casa de Música de Ouro Branco (Av. Augusto Barbosa da Silva, 313, bairro Pioneiros, Ouro Branco) ou pelo email Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. "> Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . Mais informações pelo telefone (31) 3742-3553.

Casa de Música de Ouro Branco

A Casa de Música é uma entidade sem fins lucrativos que desenvolve ações na área de ensino e divulgação da música erudita. Criada em 2001 por um grupo de professores e pais de alunos, a entidade tem como principais objetivos de atuação e promover a difusão e a democratização do acesso à música, criar alternativas de inserção, bem como promover o intercâmbio cultural e incentivar a carreira de jovens músicos.

www.casademusica.org

Instituto Federal de Minas Gerais - Campus Ouro Branco

O Instituto Federal de Minas Gerais não se resume ao bom desempenho de suas funções acadêmicas. Amplia o conceito de educação e por meio do incentivo e da participação integra-se à comunidade. É com esse pensamento que o IFMG - Campus Ouro Branco e Casa de Música iniciam uma parceria que envolve ensino, formação de público e intercâmbio cultural.

Artigo "Rock in Rio"

"Cláudia Leitte e o Rock in Rio" Por Érica Araújo e Castro

Esta semana, apesar da correrria da vida de professora, senti a coceirinha nos dedos e o chamado do teclado de maneira irrevogável quando li os infelizes comentários de Cláudia Leitte, os quais ela fez movida pelas vaias que recebeu após sua apresentação no Rock in Rio – que há muito foi descaracterizado e que, na minha opinião, deveria ser chamado de "Pop in Rio". Não gosto de basear minhas opiniões no disse-me-disse, então corri ao blog da cantora para ler, por mim mesma, o que ela havia escrito – além de consultar vários comentários, posts e etc.

E lá, em seu blog, ela fala que quem a vaiou foram fãs de John Coltrane, Metallica e Led Zeppelin que, supostamente, se sentiriam superiores a quem gosta de Axé e por isso manifestaram-se contra ela. Primeiramente, gostaria de lembrar que no dia da apresentação da mencionada cantora, na programação constavam os Paralamas do Sucesso, Titãs, Milton Nascimento, Maria Gadu e outros – nenhum deles artista de Heavy ou Thrash Metal – como Led Zeppelin ou Metallica. Também não se apresentou nenhum artista de Jazz, como John Coltrane.

Assim, obviamente, ela foi vaiada por quem, no máximo, curte Pop-rock e MPB, já que os aficionados ao som mais pesado estavam presentes no Domingo, diga-se de passagem, dia de maior venda de ingressos do evento. Não quero dizer que se houvesse ali banda pesada naquele mesmo dia os headbangers não teriam participado da vaia – a questão é que, por justiça, não se pode acusar todo um segmento de participar de uma manifestação se este segmento, no caso os headbangers, simplesmente não estava representado em tal manifestação.

Para quem é do movimento Heavy Metal e participa de seus eventos e conhece o estilo sabe que bangers não se dariam ao trabalho de estar na frente de um palco, no meio do aperto da multidão, característica de qualquer show grande, para ver bandas que não curtem – o caso das mencionadas.

E olha que não estou nem discutindo música!

Porque, se começar a fazê-lo, eu, que tenho duas bandas por diversão, mas conheço pessoas que vivem de música, sei que um show de Heavy Metal, mesmo que cover, não se prepara de um dia para o outro. O contrário do que se pode dizer do Axé e da maioria dos Pop-Rocks que se vê por aí, uma vez que já vi músicos da noite preparando set de 40, 50 músicas, sob pedido, de uma semana para outra – e sendo super aplaudidos e recomendados.

Por que eles podem fazer isto? A resposta é a mais óbvia: estes estilos exigem menos dos músicos com relação à preparação e conhecimento do instrumento já que são muito mais simples, com linhas melódicas óbvias e repetitivas. Quem trabalha com música sabe – e creio mesmo que a própria Cláudia Leitte saiba, afinal já foi cantora da noite – que o afirmado por mim é verdade. Se defender o contrário bato o desafio com quem quiser: gaste duas semanas da sua vida e tente preparar ao longo da primeira apresentação de 2 ou 3 horas, como é comum na noite, de Axé e Pop. Depois, na segunda tente fazer o mesmo com Heavy ou Thrash Metal e veja qual apresentação ficará pronta e qual, definitivamente, não ficará.

Mas, ainda, retomando a questão do preconceito, que me ofendeu pessoalmente – porque ao acusar pessoas que gostam de Metallica e de Led Zeppelin de nazistas, ela acusa a mim, já que sou fã de ambas as bandas e de muitas outras semelhantes. A palavra preconceito é auto-explicativa: é um conceito feito sem estudo ou cuidado, provavelmente baseado em falsas informações – porque se fosse o contrário seria conceito e não pre.

Grande talento

Cantora “Dona Jandira” grava seu primeiro DVD

Após ter iniciado a carreira na melhor idade, a cantora “Dona Jandira” se apresentou recentemente no teatro Sesiminas, em Belo Horizonte. Os dois shows foram preparados para o lançamento do seu primeiro DVD. Segundo Jandira seu repertório buscou temas de autores consagrados e contemporâneos. Algumas das canções são de compositores mineiros, como Renato Guima, Chico Amaral, Bambu, José Dias e Murilo Antunes. No DVD, a cantora contou com uma grande banda, foram 10 músicos e um time da pesada como convidados, Luiz Melodia, Paulinho Pedra Azul, Sérgio Moreira, Marco Lobo e Clever Bambu. O trabalho foi elogiado pela crítica mineira, nosso amigo jornalista Tutti Maravilha apresentador do melhor programa mineiro de rádio “Bazar Maravilha”, elogiou pela 100,9 FM Inconfidência, o talento da cantora de Ouro Branco em recente entrevista.

Fotos: Jornalista Carlos Pacelli