Seg04242017

Última atualizaçãoSab, 22 Abr 2017 6pm

Polícia

Rinha fechada

PM do Meio Ambiente

Local em Lagoa Dourada recebia participantes de todo Alto Paraopeba

Na tarde do último domingo dia (2/4), guarnições da Polícia Militar do Meio Ambiente compareceram à praça Dom Antônio de Assis, centro da cidade de Lagoa Dourada/MG, em atendimento de cumprimento ao mandado de busca e apreensão o qual determinava a busca e apreensão de qualquer instrumento que seja utilizado para a prática de rinha de galo e possível verificação de maus tratos aos animais. Após ser lido para o autor de 33 anos o contido no referido mandado, foram encontrados os seguintes materiais normalmente utilizados para rinha de galos índio:

61 esporas de plásticos;
03 biqueiras de borracha;
11 embolas; (tipo de carretel)
18 biqueiras em aço inox parte de cima;
12 biqueiras em aço inox parte de baixo.
44 aves da espécie galo índio
44 gaiolas de madeiras (box),
03 tesouras
02 frascos de plásticos contendo remédios cicatrizantes;
01 cronômetro de plástico;
02 agulhas em aço inox de sutura veterinária

Todas as aves estavam com possíveis intervenções cirúrgicas para modificações das cristas. Os materiais acima descritos ficam apreendidos. As aves ficaram sob a responsabilidade do autor, sendo que em cada uma receberam um lacre em uma das pernas ficando impossibilitado de utilizá-las para qualquer prática até prestação de esclarecimento junto à comarca da cidade São João Del Rei. Fontes não oficiais afirmaram que o local era frequentado por participante das cidade de C.Lafaiete, Congonhas e Ouro Branco.

Diante cometimento do crime ambiental previsto no artigo 32 da lei federal 9.605/98, pelos maus tratos provocados nos galos, bem como infringiu o disposto na lei estadual 22.231/2016 e no decreto-lei nº 24.645/1934 foi dada voz de prisão em flagrante delito ao autor.

Foto: PMMG / Imagens do local onde foi lavrado o termo circunstanciado de ocorrência

Meio ambiente

Prêmio Gerdau Germinar

Iniciativa de Educação Ambiental está com inscrições abertas.

Estão abertas, até o dia 18 de maio, as inscrições para a quinta edição do Prêmio Gerdau Germinar de Educação Ambiental. A iniciativa visa incentivar e reconhecer a prática da educação ambiental nas instituições de ensino público e privado dos municípios de Ouro Branco, Congo¬nhas, Cons. Lafaiete, Ouro Preto (especialmente os distritos de Mota e Miguel Burnier), Moeda e Itabirito.

Nessa edição, o Prêmio Gerdau Germinar também aposta na inovação, aprimorando o processo de inscrições e avaliação dos projetos em uma plataforma online, que oferecerá agilidade, acessibilidade e mais simplicidade. O formulário para as inscrições e o regulamento do prêmio estão disponíveis no portal www.premiogerdaugerminar.prosas.com.br

As instituições interessadas devem inscrever uma proposta relacionada à temática ambiental pertinente e adequada à realidade local. A premiação é dividida em seis categorias: Sementinha (educação infantil), Raiz (1º ao 5º ano do Ensino Fundamental), Categoria Folha (6º ao 9º ano do Ensino Fundamental), Categoria Fruto (Ensino Médio), Categoria Flor (Ensino Especial) e a Categoria Árvore (níveis técnico e superior). A avaliação de cada uma delas será realizada por uma comissão julgadora, formada por profissionais de educação, educação ambiental, meio ambiente, comunicação e responsabilidade social.

Os vencedores receberão R$10 mil, que serão utilizados para implantação e execução do projeto. Todas as equipes premiadas terão o acompanhamento da Gerdau para o desenvolvimento da ação, com o intuito de colaborar para o alcance dos resultados esperados.

Realizado com o direcionamento do Instituto Gerdau, responsável pelas políticas e diretrizes de responsabilidade social da Companhia, o Prêmio Gerdau Germinar de Educação Ambiental foi criado para estimular as escolas no desenvolvimento de projetos que possam fazer diferença e estabelecer ganhos mútuos na relação entre as pessoas e o meio ambiente.

Sobre o Programa Gerdau Germinar

Realizado em conjunto pelas áreas de Responsabilidade Social e Meio Ambiente da empresa, o Programa Gerdau Germinar é uma iniciativa voltada
para a prática da educação e conservação ambiental, reforçando o compromisso da empresa com o desenvolvimento sustentável das regiões em que atua. Desde 1990, ano de lançamento do programa, mais de 250 mil pessoas foram beneficiadas pelas ações do projeto. Além de cursos para educadores, a iniciativa oferece ainda oportunidades de visitas técnicas, eventos, palestras, oficinas e projetos socioambientais nas escolas, abrangendo alunos e professores das redes de ensino da região de Ouro Branco.

O Programa dispõe de um centro de educação ambiental - o Biocentro Gerdau Germinar - com 48 hectares de área preservada e estrutura adequada para atendimento aos visitantes. Conta ainda com a Praça dos Biomas, na qual os visitantes podem conhecer de perto a representação de alguns dos mais importantes ecossistemas brasileiros: Cerrado, Campos Rupestres, Mata Atlântica, Restinga, Caatinga e Campos de Altitude. O Biocentro também atende colaboradores da Gerdau com ações para motivar a atuação responsável em todos os ambientes, como oficinas, reuniões e treinamentos no Sistema de Gestão Ambiental.

Sobre a Gerdau

A Gerdau é líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais do mundo. No Brasil, também produz aços planos e minério de ferro, atividades que estão ampliando o mix de produtos oferecidos ao mercado e a competitividade das operações. Além disso, é a maior recicladora da América Latina e, no mundo, transforma, milhões de toneladas de sucata em aço, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável das regiões onde atua. As ações das empresas Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque e Madri.

www.gerdau.com.br
www.facebook.com/GerdauSa
@gerdau (http://twitter.com/gerdau)
www.linkedin.com/company/gerdau

Foto: Divulgação / Biocentro Gerdau Germinar

Ataque de abelhas

Morre a segunda vítima

Militares dos Bombeiros também foram feridos durante o atendimento as vítimas.

Na tarde desta terça-feira (14/3), faleceu a segunda vítima do ataque de abelhas ocorrido, na localidade de São Gonçalo, zona rural de Conselheiro Lafaiete/MG. A idosa estava interna no Hospital João XXIII, na capital, Belo Horizonte.

Luiza Pereira da Fonseca de 70 anos faleceu pouco antes do sepultamento do marido Paulo Marcolino da Fonseca (75), um filho de 42 anos, estava acompanhando o casal e sobreviveu. Conforme registro, o fato ocorreu durante ao ataque de uma colmeia que estava em um moinho, no momento em que a família reativava o equipamento, conforme relato, milhares de insetos atacaram toda família, causando dezenas de picadas nas vítimas. O filho do casal chegou a socorreu sua mãe, carregando ela no colo para fora do ataque, até a chegada dos militares da 2ª Companhia.

Ação dos Bombeiros

No sítio, militares se deparam com três vítimas, em um local de difícil acesso, com aproximadamente, um quilômetro de mata, distante da casa. Devidamente equipados, os militares se deslocaram onde ocorreu o ataque e conseguiram retirar duas, das três vítimas, inicialmente, sendo um homem de 42 anos e sua mãe, a terceira vítima, um senhor de aproximadamente 75 anos, ainda encontrava-se no local do ataque, em uma ribanceira íngreme e dentro de uma vala, com milhares de abelhas ao redor, sendo que as mesmas encontravam-se bastante agressivas e atacando a todo o momento.

Com a utilização de prancha e corda para salvamento, Paulo Fonseca foi imobilizado e retirado do local do enxame, com sinais vitais presentes. Durante seu deslocamento até a Unidade de Suporte Avançado do SAMU, a vítima veio a entrar em Parada Cardiorrespiratória, sendo que os militares efetuaram manobras de ressuscitação, na tentativa de reanimação do mesmo. Infelizmente, após realizar todos os procedimentos para reanimar, Paulo não resistiu, sendo constatado óbito pelo médico da Unidade de Suporte Avançada do SAMU.

Mesmo os bombeiros devidamente equipados com Epi's adequados, vieram a sofrer várias picadas pelo corpo, devido à quantidade de abelhas, agressividade das mesmas e o local de difícil acesso.

A situação estava tão crítica que um cavalo, que se encontrava no local, foi atacado e veio a falecer, devido às inúmeras picadas. Apesar do risco de vida, os militares 2º Sgt George, 2º Sgt Soares e Sd Paulo Marcos, cumpriram sua missão, demonstrando profissionalismo e coragem, enfrentando todas as dificuldades que a situação apresentava. Os militares foram medicados e liberados posteriormente, sem maiores danos à saúde.

DICAS:

O calor e a florada influenciam no surgimento de enxames itinerantes e aumento do número de insetos nas colmeias. O calor também deixa as abelhas, vespas ou marimbondos mais agitados e agressivos.

Para evitar problemas, o Corpo de Bombeiros Militar recomenda:

Evite movimentos bruscos e excessivos quando próximo a colmeias.

Não grite, pois as abelhas são atraídas por ruídos, principalmente os agudos.

Evite operar qualquer máquina barulhenta próximo a colmeias. Examine a área de trabalho antes de usar equipamentos motorizados.

Ensine as crianças a se precaver e não matar as abelhas, vespas ou marimbondos.

Se for atacado, proteja o pescoço e o rosto das picadas, com a ajuda de uma camisa ou outra vestimenta. Se a ferroada ocorrer na cabeça e/ou pescoço, procure imediatamente auxílio médico.

Pessoas alérgicas a picada de insetos devem evitar caminhadas em áreas de mata, pois para quem é sensível à peçonha, apenas uma picada pode ser suficiente para gerar um choque anafilático.

Caso seja alérgico a picadas, pergunte ao seu médico o que fazer.

Caso alguém seja picado, é importante que faça a remoção imediata dos ferrões, pois eles continuam liberando peçonha gradativamente. A sua retirada interrompe esse processo.

Após a picada, a abelha perde seu ferrão e a bolsa de peçonha e morre. Contudo, o mesmo não se aplica às vespas e marimbondos. Após picar eles estão prontos para atacar novamente.

Em casos de formação de colmeias em residências, o proprietário deve acionar uma empresa de apicultura especializada para a remoção do foco. Nos casos mais críticos, acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.


Leia mais: http://www.estadoatual.com.br/policia/92-bombeiros/2694-ataque-de-abelhas-14-3-2017

Foto: Divulgação / BMMG - Local do fato e equipe que realizou o resgate

No trevo de Jeceaba

Onza foi encontrada morta às margens da rodovia

Um felino da espécie Jaguatirica foi localizado morto às margens da rodovia MG 155, próximo ao trevo novo da cidade de Jeceaba/MG. Conforme relato da Polícia Rodoviária Estadual, o animal teria sido atropelado durante a madrugada deste sábado (18/3).

Foto: Divulgação PMMG 

PM apreende

Armas de fogo escondidas

Material foi localizado na cidade de Itaverava

Neste último final de semana (sexta-feira, 3/3), após denúncia, militares localizaram em uma carvoaria desativada às margens da MG-482, na cidade vizinha de Itaverava/ MG, armas escondidas. No interior do forno de carvão estavam uma garrucha, uma espingarda “polveira” e um punhal.

Foto: PMMG/ Todo material foi encaminhado para a delegacia na cidade de Ouro Branco