Qua05242017

Última atualizaçãoQua, 24 Mai 2017 6pm

Concursados

Servidores da Educação de Congonhas 

Aprovados em concurso tomam posse nesta sexta-feira 

A Prefeitura de Congonhas realiza, nesta sexta-feira, 27, a solenidade de posse dos servidores aprovados em concurso público, realizado em 2016, para atuarem na Secretaria Municipal de Educação. O evento ocorrerá na Escola M. Oscar Weinschenck às 15h. Serão empossados 37 professores PEB I e quatro professores PEB II. Em breve, haverá a divulgação da data da posse dos aprovados para atuarem na Secretaria M. de Saúde.

Foto: Por Secom/ PMC

 

Prorrogadas

Inscrições para o concurso da Polícia Militar

São 1.350 vagas para novos policiais atuarem na capital e no interior. O salário base é de R$ 3 mil.

A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) prorrogou para 21/1 o prazo de inscrição no concurso público para formação de soldados. Ao todo são de 1.350 vagas. As provas serão realizadas no dia 19/2, conforme cronograma do edital (clique aqui para acessar).

Para o tenente Cristiano Araújo a data foi prorrogada para que mais pessoas tenham a chance de participar. “A expectativa é muito grande para receber os novos policiais, para reforçar o efetivo, bem como proporcionar mais segurança para a população”, comenta.

Ao todo, são 1.215 vagas para homens e 135 para mulheres, que vão atuar nos municípios de Belo Horizonte, Pouso Alegre, Passos, Poços de Caldas e Alfenas. As inscrições, no valor de R$ 122,95, devem ser feitas via internet. Para se inscrever, o candidato deverá acessar o endereço eletrônico www.policiamilitar.mg.gov.br/crs, no link inscrições on-line.
No mesmo endereço eletrônico o candidato poderá consultar e imprimir o comprovante de inscrição, onde constará a data, o horário e o local de realização das provas. Para participar, o candidato precisa ter entre 18 e 30 anos de idade e ser formado em qualquer curso de ensino superior. O salário base é de R$ 3 mil.

O candidato que tiver dificuldade de acesso à internet poderá comparecer, durante o período de inscrição, em uma das unidades da PMMG especificadas no edital.

Provas
O processo seletivo será desenvolvido em quatro fases: prova de conhecimentos (objetiva e dissertativa), exame de saúde, teste físico e avaliação psicológica.

A prova objetiva de múltipla escolha, com 40 questões, de caráter eliminatório e classificatório, está prevista para 19 de fevereiro de 2017. As demais atividades devem ser acompanhadas no portal da Polícia Militar.
Os aprovados farão o Curso de Formação de Soldados (CFSd) com início previsto para 1º de setembro de 2017. São nove meses de preparação até que o praça esteja pronto para atuar nas ruas.

Recomposição na tropa
A recomposição da tropa faz parte do compromisso do Governo de Minas Gerais com a segurança dos mineiros. A meta é atingir 50 mil militares até 2018. Hoje o efetivo é de 40 mil e, já considerando os concursos de 2015 e 2016, alcançará cerca de 43 mil.

Foto: Ilustração 

Artigo

As domésticas e os uniformes

Por: Érica Araújo Castro - Articulista do jornal www.estadoatual.com.br  - 
www.facebook.com/ericaaraujoecastro

Sempre acompanho assuntos considerados polêmicos e considero-me, modestamente, ativista pelos direitos humanos – mais especificamente feminista e engajada na luta contra a intolerância religiosa. Para isso, uso meus textos, minha voz, enquanto palestrante, meu tempo livre para me envolver em mini-cursos etc.

Um caso que acompanho com bastante curiosidade é o dos empregados domésticos e babás – pelo interesse nos dois lados. Quando me mudei para Lafaiete, não tinha graduação – havia trabalhado em Belo Horizonte, minha cidade natal, primeiro como vendedora em uma loja de acessórios para carros, depois vindo a gerenciá-la. Sempre fora professora de inglês também.

Mas aqui, quando procurei as lojas com as quais estava familiarizada dezoito anos atrás, era olhada com desdém. Apesar de minha experiência, senti na pele como os serviços de uma mulher não eram bem-vindos na área em todas as que visitei para deixar meus currículos quase vinte anos atrás. Imaginei que uma professora prática não conseguiria uma posição com facilidade nas escolas daqui também. Comecei a tentar outras lojas e começava já a ficar preocupada – cogitei e, de fato, comecei a oferecer minha mão de obra como faxineira. Sem o menor problema, óbvio. Profissão digna, inclusive.

O tempo passou, graduei-me, especializei-me e comecei a trabalhar como vendedora, professora e contratei uma empregada doméstica, já que tinha filho pequeno e preferia deixá-lo em casa. Ou seja, estive dos dois lados da moeda – mesmo que por pouquíssimo tempo em um deles.

Assim, acompanho com interesse muitas reivindicações pertinentes e relatos chocantes. Vi alguns que descreviam como até mesmo a alimentação de babás era relegada pela família – as mesmas sentavam-se à mesa nos restaurantes para cuidar dos pequenos, mas não eram convidadas a comer, tendo que se alimentar antes de sair de casa, SE houvesse tempo. Houve o caso da anfitriã de uma festa que serviu a duas babás no mesmo prato demonstrando um comportamento de total desprezo pelas profissionais ali presentes – onde já se viu em nossa cultura pessoas adultas desconhecidas dividindo a comida dessa maneira? Babás impedidas de entrar na piscina com as crianças, como se o fato de estarem a trabalho fosse contaminar a preciosa água dos clubes. Empregadas que, apesar da lei clara, ainda não conseguiram seus direitos plenos ao FGTS, ao 13º salário, férias (com pagamento de 1/3 extra) etc.

Considero essas pautas extremamente importantes. Considero também importante um direito que entendo ser fundamental: o de parar de classificar a empregada doméstica como sendo da "família". Como certa vez ouvi de uma pessoa – um bom jeito de avaliar se a empregada é tratada como tal (o que acontece em raríssimos casos) é respondendo à pergunta: quando vocês vão ao supermercado, como são carregadas as sacolas? Vocês dividem o peso? Ela carrega sozinha?

A maior parte das vezes, a empregada carrega sozinha demonstrando a hipocrisia dessa afirmação que deve ser fortemente combatida. A empregada é o que o nome diz: empregada, funcionária. E isso não é demérito algum. Como tal deve ser tratada – com educação, respeito, com todos os seus direitos legais garantidos, com o contratador cumprindo todas as suas obrigações empregatícias e a contratada cumprindo as suas.

Assim, não é difícil observar que a luta ainda é muito grande e possui várias pautas relevantes. Mas aí, deparo-me com uma reportagem de título que diz, parafraseando: "Patroas, que agem como sinhás, exigem uniformes de domésticas para deixar clara a separação entre elas" – e me pergunto se quem escreveu isso sequer tem ideia do que significa viver com um salário mínimo.

Sim, porque se tal pessoa tivesse ideia do que isso significa, ou se se desse ao trabalho de perguntar às próprias empregadas, talvez tivesse ouvido que o uniforme economiza a roupa pessoal. Que o uniforme – que suja muito, deve ser lavado com frequência, e por isso, dura pouco – impede que o empregado tenha que gastar com roupas para trabalhar.

As pessoas falam como se o uniforme diminuísse o empregado – em vez de economizar gastos do mesmo. E claro, sempre considerando o seguinte: se o patrão quer que eu me vista de determinada maneira para frequentar os ambientes que frequenta, que pague por isso. Foi assim em todas as lojas em que trabalhei, quando ganhava o mesmo salário mínimo que ganha o empregado doméstico.

Veja meu exemplo hoje. Sou professora da rede pública e na cidade onde leciono, a prefeitura dá o mesmo uniforme para professores, cantineiras, auxiliares. Há ali o logo da prefeitura bem legível, deixando claro que quem o usa, mais certamente será funcionário público. É apenas uma camisa, mas recebemos um par. Se alguém me vir usando-a na rua, não saberá que sou professora – pode imaginar que sirvo merenda.

Sabe o que eu penso: dane-se. O que eu faço ou deixei de fazer não é problema de quem me vê na rua. O que eu não quero é gastar meu salário com roupa para trabalhar!

Observe que eu, apesar de ter a profissão de nível superior mais mal paga do mercado – ainda ganho bem mais do que um empregado doméstico. E ainda assim, ter o uniforme cedido pelo meu empregador economiza meu dinheiro.

Às vezes vejo essas "lutas" tão carregadas de uma ideologia teórica, que jamais visitou a vida real, e me pergunto o quanto perdem as lutas reais, necessárias, com esse desperdício besta de energia, que seria mais bem utilizado no que há de necessário – tratamento digno e respeitoso, seguindo os parâmetros legais, respeitando direitos e deveres, para os empregados domésticos.

Foco no que realmente importa, minha gente!

Foto: Ilustração/ Divulgação Internet 

Enem

Aulão de redação

Intensivo será ministrado no Cine Vila Rica. A iniciativa é gratuita e será disponibilizado material didático.

Nos dias primeiro e dois de novembro, será ministrado um aulão de redação para o Enem direcionado aos candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio. A iniciativa é gratuita e conta com material didático relativo ao método desenvolvido a partir das cinco competências exigidas na redação do Enem.

A ação educativa será ministrada pelo professor e jornalista Éverlan Stutz, que elaborou uma metodologia específica voltada para sanar as principais dúvidas da redação do Enem.

O aulão acontece no dia primeiro de novembro, de 15 às 17h. E no dia dois, de 20h às 22h. A iniciativa é gratuita e será disponibilizado material didático. Mais informações e inscrições pelo e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou pelo telefone (31) 9 9124.46 60.

Saiba mais a respeito do jornalista Prêmio Nacional de Literatura


Escritor ganha Prêmio Nacional de Literatura


O jornalista, professor e poeta Éverlan Stutz é um dos ganhadores do Quinto Concurso Literário “Pague Menos – Quem Acredita Cresce”. “(In)Versão”, poesia de sua autoria, foi selecionada para compor a coletânea do concurso, publicação que reunirá os poemas escolhidos em um livro físico e no formato eletrônico (e-book) a ser disponibilizado na internet. O júri do concurso foi composto por professores de língua portuguesa, de literatura e críticos literários.

Ao todo, foram premiados 10 autores de quatro regiões do país: nordeste, sudeste, sul e norte. Como premiação, além da divulgação de seu trabalho literário, Éverlan (foto) recebeu a quantia de R$ 400,00. “Estou bastante feliz. A poesia deve ser mais valorizada no Brasil. É gratificante ter o trabalho reconhecido”, comemora Stutz, que se prepara para lançar mais uma obra autoral, o livro “Memória Fragmentada na Bahia, Minas Gerais e São Paulo”.


Pós-graduado em gestão do patrimônio cultural, Éverlan Stutz é formado em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte e em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Ouro Preto. Pesquisador e defensor do patrimônio cultural, Éverlan coordenou importantes obras de restauro em Minas Gerais, como as revitalizações da Casa de Tiradentes, da Capela Nossa Senhora Mãe dos Homens, da Igreja Matriz de Santo Antonio de Ouro Branco e da Capela Nossa Senhora da Conceição, em Conselheiro Lafaiete.

Foto: O professor e jornalista Éverlan Stutz 

Larmena

'Ajude a Ajudar'

Entidade passa por necessidades.

A instituição Larmena - Lar do Menor Amparado; com sede em Conselheiro Lafaiete/MG, iniciou uma campanha sem fins lucrativos para arrecadação de alimentação (arroz, açúcar, óleo e leite). A entidade tem a finalidade de proteger crianças e adolescentes do sexo masculino na situação de risco ou abandono e passa atualmente por problemas financeiros. Com atual campanha, a administração visa arrecadar toda contribuição possível para continuar sua manutenção e existência.

Maiores informações e doações
Contatos e informações: (31) 3763 6239
Foto: Ilustração / Divulgação Internet