Dom04232017

Última atualizaçãoSab, 22 Abr 2017 6pm

Cultura

IEPHA

Na Fazenda de Carreiras

IEPHA acompanhar obras de restauração 

Em fase de conclusão, obedecendo à previsão das etapas da obra de restauração da Fazenda de Carreiras, a equipe do Instituto Estadual Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA) realizou vistoria na Fazenda, na última semana.
O objetivo foi analisar o andamento e desenvolvimento dos trabalhos, vistoriando se os serviços estão sendo realizados conforme previsto. Acompanharam a visita o Técnico em Edificações - Especializado em Restauração e Planejamento de Obras do Instituto Yara Tupinambá, Adilson José Marques e a arquiteta da PMOB-Fiscal da obra, Ariadne Araújo Silva Perim e o Sr. José Theobaldo Júnior Diretor Presidente do Instituto Yara Tupynambá.


Já foram realizados os serviços do telhado e na parte hidráulica, atualmente está sendo feita a recomposição do reboco e da instalação elétrica. A obra é realizada pela empresa Montana, subcontratada pelo Instituto Yara Tupinambá e conta também com o acompanhamento do IEPHA (Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais).

Saiba mais:

Iepha/MG apresenta: Fazenda Carreiras – Ouro Branco

Tombada pelo Iepha, em setembro de 2000, a Fazenda Carreiras , localizada às margens da antiga Estrada Real, no município de Ouro Branco, guarda uma curiosidade: é conhecida como Fazenda Tiradentes ou Casa Velha de Tiradentes, pois acredita-se que o Inconfidente teria pernoitado ali durante uma viagem de São João Del Rei à Vila Rica, em 1788.

O belo exemplar da arquitetura rural de Minas Gerais do século XVIII resguarda a simplicidade das construções da época. Seu processo construtivo é em estrutura mista de alvenaria de pedra, grossos esteios e barrotes de madeira. As paredes internas possuem vedações de pau-a-pique. A senzala, adequada posteriormente para outros usos, ficava no porão da casa, mais uma característica do período.

A casa possui níveis diferenciados, com comunicação por meio de escadas, localizadas em diferentes compartimentos. A entrada, ao nível da estrada, teria abrigado armazéns e o 2º piso era destinado para moradia. O acesso principal é protegido por uma varanda construída com pedras irregulares ao redor da fachada frontal e da fachada lateral direita.
Um pomar murado com pedras, terreiros para secagem de cereais e café, currais murados e um moinho de pedra integram a propriedade. Situado bem próximo à sede, há um rancho de partido retangular, com estrutura em pedra e fechamento em madeira.

Nos anos 1970, a família Miranda, após uma centena de anos de posse da Fazenda Carreiras, vendeu a propriedade para a empresa Açominas. Na época, a sede teve a estrutura recuperada e os telhados reformados. Em 1979, os arquitetos Éolo Maia e Jô Vasconcellos, com colaboração do também arquiteto Flávio Grillo, desenvolveram um projeto de restauração a pedido da Açominas. O objetivo era transformar a fazenda em uma escola de artes plásticas.

Em 1989, novo projeto, também assinado por Jô Vasconcellos, previa a implantação do Museu do Aço ou Casa de Cultura. A Açominas, em 1992, transferiu a Fazenda Carreiras e suas benfeitorias para a Prefeitura de Ouro Branco, por compensação de dívida. Mais tarde, em 2004, a fazenda passou a abrigar o Centro de Cultura, mantido pela Associação Amigos da Cultura de Ouro Branco. A cessão do espaço para a associação foi por um prazo de cinco anos.

Origem da Fazenda

A Estrada Real está diretamente ligada aos acontecimentos políticos da Inconfidência Mineira e ao surgimento de várias fazendas ao longo do seu trajeto, que serviam de posto de abastecimento, troca e venda para os tropeiros e viajantes, além de hospedagem para os viajantes. Dentro desde contexto, foi instalada a Fazenda Carreiras.

Uma das versões para o nome dado à fazenda, segundo a tradição oral, é que ali era um local de criação, venda ou troca de cavalos. A denominação teria se originado das “carreiras” que os tropeiros davam nos animais para testar a sua força e resistência.

Fonte: Referência: Processo de Tombamento do IEPHA/MG – Cidade de Ouro Branco/Fazenda Carreiras – Tombamento Homologado SEC.19.09.2000 – Diário Oficial Minas Gerais p.02

Fotos: Divulgação IEPHA/MG

A cultura de luto

Morre Dona Zezé do Congado

Faleceu na quinta-feira (26/02), a vice-rainha conga do Estado de Minas Gerais, a lafaietense Maria José de Paula Rocha.

Destaque na cultura estadual, Dona Zezé como era conhecida entre os amigos, foi uma lutadora pelas raízes culturais da nossa região. Seu sepultamento acontece na tarde desta sexta-feira 27 de fevereiro, às 16:00 horas, no cemitério Nossa Senhora da Conceição.

Foto: Divulgação

Cinema

Aos cinéfilos de plantão

“Projeto Cine Clube Paradiso”

“ 100 rifles” , o filme mostra uma guerrilheira mexicana que luta contra o general que assassinou o pai da organização e é ajudada por um contrabandista de armas, um xerife negro.

ORIGINAL: Filme 100 rifles (1969) PAÍS: EUA
LIVRO DE: Robert MacLeod
DIRETOR: Tom Gries ROTEIRISTA: Clair Huffaker TRILHA: Jerry Goldsmith

Serviço:
Entrada Franca
Local: Centro Cultural Solar do Barão de Suaçui em Conselheiro Lafaiete/MG
Dia: Quarta-feira (22/3)
Horário: 19h30
Foto: Cartaz / Divulgação


“100 Rifles”
  Sinopse
Em 1912, o xerife e ex-cavalariano afroamericano Lyedecker (Jim Brown) cruza a fronteira do Arizona com o México e vai até a região de Sonora, em perseguição ao ladrão de bancos Yaqui Joe Herrera (Burt Reynolds). Quando o encontra num pequeno povoado, vê que Joe está para ser fuzilado pelo sádico General Verdugo (Fernando Lamas) por ter usado o dinheiro que roubara (6 mil dólares) para comprar rifles para o seu povo índio, os Yaqui, que estão em guerra contra os mexicanos. Lyedecker não desiste de levar o homem para o Arizona e o general acaba por achar que os dois são aliados. A dupla é salva pela vingativa rebelde Sarita (Raquel Welch) e, ao tentar se livrar de Verdugo, Lyedecker se torna, mesmo contra a vontade, um novo líder e herói para os nativos rebeldes.

Vandalismo

No centro de C. Lafaiete

Fachada no Solar do Barão é pichada.

Um dos cartões-postais da cidade de Conselheiro Lafaiete/MG foi pichado nesta última semana, no local funciona atualmente o Centro Cultural Solar do Barão do Suaçuí. Com tinta spray preta e letras engarranchadas ficou escrito: “O pior tipo de analfabeto é aquele que le e não lê”. Palavras que remetem a uma frase de Mário Quintada “O verdadeiro analfabeto é aquele que sabe ler, mas não lê”.

Segundo informações da Secretaria Municipal de Cultura, que funciona no local, o ato de vandalismo foi registrado na manhã de quinta-feira (13//4). A polícia militar compareceu ao local para registrar um boletim de ocorrência. A PC busca imagens de câmeras de segurança e investiga algumas informações que possam levar ao autor do ato de vandalismo.

Foto: Jornalista Carlos Pacelli - Solar / Com apoio da Prefeitura Municipal, MRS Logística e Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais – IEPHA/MG, o prédio foi restaurado em meados de 2015

Cidade dos Profetas

Congonhas lança o Circuito Municipal de Museus

A Prefeitura de Congonhas e a Fundação Municipal de Cultura, Lazer e Turismo (FUMCULT) anunciaram, nesta segunda-feira, 20, a criação do Circuito Municipal de Museus, em evento realizado no Museu de Congonhas e que contou com a presença de artistas, parceiros e servidores públicos municipais. Ao longo do último ano, foram realizadas parcerias com entidades, empresas, fundações, UNESCO, o Governo Federal, por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), e Governo do Estado de Minas Gerais, para concretização de um dos maiores programas de ação cultural do interior do estado, que dará vida nova a museus, centros culturais e igrejas de Congonhas localizadas num percurso histórico de devoção e fé. Serão promovidos na ladeira histórica da cidade - onde os equipamentos estão instalados -, shows, concertos, bate-papos, seminários, lançamentos de livros, CDs, oficinas, workshops, exposições, especiais de televisão e um amplo programa educativo.

Os projetos artísticos foram elaborados para potencializar o turismo e a cultura de Congonhas, cidade que há 30 anos ganhou o título de “Patrimônio Cultural Mundial”. A proposta foi escolhida em diálogo com as diretrizes internacionais estabelecidas pela UNESCO, que elegeu 2017, o ano para garantir que “o turismo sirva para preservar, em vez de destruir o patrimônio multifacetado do mundo, contribuindo para o bem-estar e a dignidade das comunidades, além de proporcionar a reunião das pessoas”.

O secretário municipal de Comunicação e Eventos, Sergio Rodrigo Reis, destaca que o Circuito Municipal de Museus irá potencializar o cenário cultural e artístico da cidade. "Já temos, naturalmente, um percurso de devoção e fé, recheado por turismo e cultura. Estamos utilizando esse percurso para ativar cultura, arte e entretenimento. Temos ideias semelhantes a essa sendo empregadas com muito sucesso em algumas partes do mundo, como nos Estados Unidos e na França. No Brasil, uma experiência como essa foi adotada na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte", completa.

Os eventos foram divididos em eixos programáticos que pretendem ampliar e fomentar as atividades da economia criativa de Congonhas, potencializar a agenda dos espaços culturais e estabelecer um amplo programa local de educação patrimonial. A proposta vai ao encontro de um momento histórico no município quando se celebra, em 2017, a origem das suas principais devoções religiosas: 260 anos da peregrinação a Bom Jesus de Matosinhos e 200 anos da fé a São José Operário.

Confiram os Destaques:

Série de Concertos Coloniais
Alguns dos principais músicos do Brasil, com carreiras internacionais, e até um trio da Coreia do Sul, se apresentarão nos Museus de Congonhas. Destaque para recitais dos pianistas Celina Szrvinsk e Miguel Rosselini (dia 22/03, às 20h); das coreanas do Kim Trio (dia 03/04) e do violoncelista Antônio Meneses (dia 30 de agosto).

Série Palácio das Artes
Os principais corpos artísticos de Minas Gerais, mantidos pela Fundação Clóvis Salgado, planejam apresentações na agenda cultural dos Museus da cidade. Os primeiros serão a Cia de Dança de Minas Gerais (dia 10/05) e a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (dia 31/05). A exposição da obra do pintor e muralista romeno naturalizado brasileiro, Emeric Marcier (1916-1990), que foi sucesso no Palácio das Artes, ganha uma versão inédita ainda em abril, no Museu de Congonhas.

Série de Exposições
A fotografia é um dos destaques do Museu de Congonhas, que inaugura, em abril, a mostra “Arte e Fé”, de Mauro Fernandes Barros; em junho, “O Santuário”, de Welerson Athaydes; e, em agosto, “Paixão e Fé”, de Eliane Gouvea. A mesma instituição recebe a escultura de Giovani Fantauzzi; os desenhos de Lyria Palombini, a exposição Mineiridades (VALE) e a obra do paisagista Roberto Burle Marx (1909-1994). Já o Museu da Ladeira abrirá exposições de Brasilino Toldo e outra dedicada ao Jubileu de Congonhas “260 Anos de Devoção”.

Série 80 Anos do Iphan
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional celebra seus 80 anos em 2017. O Circuito de Museus de Congonhas, em agradecimento à excelente parceria com a instituição, agendou um ano inteiro de celebrações. Estão programados a assinatura do Termo de Parceria entre Iphan/UFMG e FUMCULT para prosseguimento dos trabalhos do Centro de Referência de Estudos da Pedra; oficinas de Preservação de acervo; de restauração de telhados de monumentos históricos; assinatura do contrato de restauração telhado da Basílica do Senhor Bom Jesus; abertura do projeto Ateliê Vivo em parceria com Oficina do Restauro e a exposição de Burle Marx.

Programa Educativo
Celular na escola? Vídeos no YouTube para estudar? Interação? Conexão? Rede social? Você já imaginou todos esses recursos em sala de aula? O Circuito de Museus de Congonhas entra na discussão oferecendo um amplo programa voltado para a Formação em Mídia-Educação. São cursos e seminários que promoverão o conhecimento e as metodologias necessárias para que os professores possam usar as novas tecnologias no processo de ensino. Alguns dos principais especialistas do assunto vindos de universidades de São Paulo, do Rio Grande do Sul e da Bahia, estarão em Congonhas oferecendo a capacitação para os educadores locais. Serão palestras e cursos como: “A nova sala de aula”; “Criação e produção de vídeos”; “As estratégias da Narrativa” e a “A sala de aula do tamanho do mundo”.

Semana de Museus
O Circuito de Museus criou uma programação intensa em todas as instituições da cidade. Haverá lançamento do projeto “Depoimentos para Posteridade”; “Prosa na Janela”; da Gincana dos Museus; das oficinas escultura em barro; de Confecção de Velas, Ex-votos e Terços Artesanais; Visita ao Museu da Ladeira e Caminho à Ruína da Fazenda dos Farias, além da exibição do documentário “A Fé ao Bom Jesus de Matosinhos”.

Série Congonhas faz Cultura
Os artistas locais serão destaque em 2017. Projetos como o Arte na Escola da Secretaria Municipal de Educação e Garoto Cidadão, da Fundação CSN, estão entre as atrações. Além deles, a partir desta semana, será publicado mais um edital do projeto “Congonhas faz Cultura”. A ideia é escolher propostas artísticas para apresentar nos Museus e centros culturais instalados ao longo da ladeira histórica da cidade.

Série de Eventos Institucionais
Algumas das principais emissoras de televisão do Brasil e de Minas firmaram parcerias institucionais com a cidade de Congonhas para potencializar nosso patrimônio material e imaterial. Os resultados começam a dar frutos. Dia 29, uma equipe de cerca de 50 pessoas da Rede Minas, chega a Congonhas para a gravação do especial “Paixão e Fé”, no Santuário de Bom Jesus de Matosinhos. Já a Rede Globo acaba de renovar parceria para divulgação do novo projeto do Coral Cidade dos Profetas: o disco Mestres do Colonial Mineiro. O CD será lançado em abril (Congonhas) e, em maio (BH).

Entenda o Circuito:
O Circuito Municipal de Museus de Congonhas foi criado para potencializar, com atividades artísticas, os museus e centros culturais instalados no percurso histórico de Congonhas. O percurso compreende o Centro Cultural da Romaria, o Museu de Congonhas, o Santuário de Bom Jesus de Matosinhos (Patrimônio Cultural Mundial), o Museu da Ladeira, a Igreja de São José Operário, a Estação Ferroviária, o Cine Teatro Leon, a Matriz de Nossa Senhora da Conceição e a Igreja do Rosário. Além das atividades culturais, serão impressos guias bilíngues para ajudar a propagar as atrações e curiosidades destes patrimônios históricos do município.

Foto &Texto : Por Secom

Informações: (31) 3731-3056 e www.museudecongonhas.org

Semana Santa

260 anos de devoção ao Bom Jesus

Data será lembrada durante celebração da Semana Santa

Congonhas celebra, este ano, os 260 anos da devoção ao Senhor Bom Jesus e os 200 anos da devoção a São José Operário. É neste cenário criado pela fé que a Semana Santa de Congonhas se consolida como uma das mais tradicionais do Brasil. Em meio às figuras que compõem as cenas da Paixão de Cristo, encontradas nas Capelas dos Passos, e as dos Profetas, no Adro da Basílica, esculpidos por Mestre Aleijadinho, como também em todo o eixo histórico que liga o Santuário à Igreja Matriz de N. Sra. da Conceição, as tradicionais encenações e procissões celebram a morte e a ressurreição de Cristo, atraindo milhares de fiéis e até turistas religiosos. A programação conta, ainda, com missas e sermões.

O evento é realizado pela Igreja Católica, sob coordenação da Paróquia de N. Sra. Da Conceição, com apoio da Prefeitura de Congonhas e da Gerdau. Uma grande estrutura de som, iluminação e palcos será montada para as celebrações.Além disso, cerca de 250 atores e figurantes darão vida à história de Cristo, em um cenário único, elevado a Patrimônio Cultural Mundial pela UNESCO.

Celebrações

No Domingo de Ramos, a celebração relembra a entrada de Jesus em Jerusalém. De Segunda a Quarta-feira Santas, a liturgia é apresentada em momentos bíblicos que enfocam a missão redentora de Cristo. Na Quinta-feira Santa, é realizada a cerimônia do lava-pés, na escadaria da Matriz de N. Sra. da Conceição, em que o padre recorda o gesto de Cristo que lavou os pés dos seus apóstolos.

Já na Sexta-feira da Paixão, acontece a encenação da paixão e morte de Cristo, na Basílica do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, e, em seguida, o sermão e a procissão do enterro até a Matriz de Nossa Sra. da Conceição.

O Sábado de Aleluia é conhecido como o sábado de vigília pascal, um dia de luto, silêncio e oração. No domingo de Páscoa, celebra-se a ressurreição de Cristo. Neste dia, haverá missa às 5h30 na Praça da Matriz de Nossa Sra. da Conceição e, em seguida, procissão até a Basílica do Senhor Bom Jesus. Às 11h, após a missa na Basílica, será realizada uma encenação da ressurreição de Cristo.

Sermão da montanha

Este ano, o 20º Sermão da Montanha acontecerá no dia 15 de abril, Sábado de Aleluia, às 20h, na Romaria. O evento, que tem apoio da Prefeitura de Congonhas e da Fumcult, irá contar com a participação do pastor e cantor André Valadão, e do pastor Lucinho Barreto. Artistas da cidade e da região também vão se apresentar.

Foto: Mauro Fernandes Barros

No Samba

Destaque lafaietense com samba no pé

Musa dos compositores comemora vitória da Acadêmicos do Tatuapé, no carnaval de São Paulo.

A rainha lafaietense Vivian Cristinelle ainda comemora sua vitória no carnaval paulistano, musa da ala dos compositores deste ano, na Escola de Samba Acadêmicos do Tatuapé (grupo especial do Carnaval de São Paulo) Vivian mostrou muito samba no pé e se transformou num destaque de beleza ao lado da grande campeã na avenida em 2017.

Após muita badalação pelas redes sociais, Cristinelle agradeceu ao publicou e prometeu dose dupla nesta sexta-feira, (3/3), a musa voltará à avenida para o desfile das campeãs no Anhenbi em São Paulo.

A grande campeã

Acadêmicos do Tatuapé é campeã do carnaval de São Paulo

Com uma vitória conseguida apenas na última nota, a escola de samba Acadêmicos do Tatuapé foi a grande campeã do carnaval de São Paulo este ano. Após homenagear o continente africano, a Acadêmicos do Tatuapé conseguiu nota dez na quase totalidade dos quesitos e conquistou o primeiro ligar na disputa.

A escola de samba teve como tema Mãe África Conta a Sua História: Do Berço Sagrado da Humanidade à Abençoada Terra do Grande Zimbabwe. Apenas nos últimos instantes os membros e torcedores da escola puderam comemorar o resultado.

Até a nota do penúltimo jurado, quem vencia era a escola Dragões da Real. Com uma homenagem à famosa música do cantor Luiz Gonzaga, a escola que ficou em segundo lugar teve o tema Dragões Canta Asa Branca.
As notas, lidas nesta tarde no Sambódromo do Anhembi, foram atribuídas por 36 jurados, quatro para cada um dos nove quesitos.

Na última e penúltima colocação, as escolas Águia de Ouro e Nenê de Vila Matilde foram rebaixadas para o Grupo de Acesso. De acordo com as regras, os critérios de desempate seguiram a ordem inversa dos quesitos que foram anunciados: fantasia, bateria, comissão de frente, mestre sala e porta bandeira, harmonia, alegoria, evolução, enredo e samba enredo.

Foto: Divulgação/ Rede Social -  A lafaietense Vivian Cristinelle , uma linda mulher,  com um pé no samba 

Paixão de Cristo

Semana Santa na região

Igrejas se preparam para encenação

A comunidade católica de Conselheiro Lafaiete/MG e região já se preparam com os últimos detalhes para realização da tradicional encenação da Paixão de Cristo. O evento teatral é marcado pela morte de Jesus Cristo, até sua ressurreição. Em C. Lafaiete, quatro igrejas da cidade devem apresentar o espetáculo de Paixão e Fé.

Entre os dias 9 e 16 de abril as paroquias de Nossa Senhora da Conceição, São Sebastião, Sagrado Coração e São Judas Tadeu terão celebrações e apresentações com participação de um grande figurado bíblico. Algumas igrejas ainda dispõem de vagas para participação do elenco teatral que se renova a cada ano.

Foto: Ilustração / Divulgação Internet - Da crucificação até a ressurreição de Cristo, a encenação traz momentos marcados por muita emoção

Unesco

Museu de Congonhas através de livro

A ex-presidente do Iphan e ex-coordenadora da Unesco, Jurema Machado, tomou posse, nesta quarta, como membro do Conselho Curador do Museu de Congonhas, que zela pela instituição, seu patrimônio e o cumprimento de seus objetivos. Também possuem cadeiras nele Unesco, Iphan, IBRAM, Igreja, Prefeitura e Ministério Público. Jurema aproveitou a visita a Congonhas para entrevistar o prefeito Zelinho e o diretor-presidente da Fumcult e diretor do Museu de Congonhas, Sérgio Rodrigo Reis, para produção de um livro encomendado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Este registará o processo de criação da instituição museológica e sua funcionalidade. A experiência, que será traduzida em várias línguas, será enviada para outros sítios reconhecidos pela Unesco como patrimônio mundial, com objetivo de estimulá-los a terem equipamentos como este, dedicado ao Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.

“Não sei de outro caso de um museu que tenha sido criado para interpretar um sítio histórico. No Museu, é possível explicar os cuidados tomados para preservação dos 12 Profetas de Aleijadinho e o resultado que se obteve. Ele situa a obra do Santuário no contexto mundial, explicando seu processo de concepção (pelo ermitão português Feliciano Mendes), e construção, e também como o Brasil percebeu primeiro seu aspecto devocional e depois o da arte nele contida. O Museu realça a experiência de conhecer”, explica Jurema, considerada pelo prefeito Zelinho como a madrinha do Museu, por ter acompanhado todas as suas etapas até agora.

Em março, o livro deverá estar pronto e ainda neste semestre, disponibilizado por meios eletrônicos. Mais à frente, será feita a versão impressa para lançamento e distribuição pelo Mundo. Unesco contratou também a consultora Cristina Lins para criar a metodologia do estudo do impacto do Museu de Congonhas sobre os aspectos cultural e socioeconômico da cidade.

Foto e texto : Por Secom/ PMC

 

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